Muito se escuta falar da transformação digital no segmento da saúde, mas pouco se sabe que na área da medicina diagnóstica esse movimento é pioneiro. A transformação digital está por toda parte. Essa revolução se torna animadora mesmo quando percebemos suas aplicações para áreas essenciais da vida, como na saúde.

Se a adoção de ferramentas digitais pode nos ajudar de tantas formas, nada melhor que aplicar todo esse potencial na busca por diagnósticos e tratamentos precoces e assertivos. A transformação digital na saúde apresenta um universo de possibilidades, que impactarão para sempre a maneira como enxergamos a capacidade de prover tratamentos cada vez melhores.

Os impactos da transformação digital na saúde incluem compreender de que forma os profissionais da área, os pacientes e seus familiares serão afetados. Os benefícios justificam o investimento em tecnologia digital, tanto do ponto de vista comercial quanto humano.

Segundo a PwC, o uso de dispositivos digitais como ferramenta mais ativa no tratamento médico poderia gerar uma economia de 14 bilhões de dólares para o Brasil com custos de saúde. Essa economia poderia ser usada para tratar mais 4.3 milhões de pacientes e abriria a possibilidade de mais 28,4 milhões de pessoas terem acesso à saúde de qualidade no país.

Receber tratamento de qualidade hoje é muito caro para os pacientes, além das limitações impostas pelos provedores de serviços de saúde. Ao passo que as condições de diagnósticos melhoram, é inevitável que os pacientes também sintam a diferença de forma positiva: o tempo de espera em filas de consultórios, realização de exames e cirurgias seria muito menor e os planos de saúde também poderão controlar melhor os custos hospitalares e de sinistralidades, principalmente quando falamos em doenças de alto risco como o câncer, por exemplo.

O acesso a diagnósticos confiáveis somado ao cuidado e prevenção também aumentam a segurança dos pacientes. Para muitos pacientes essa transformação pode significar acesso a tratamentos adequados que antes eram impossíveis e todos os envolvidos são impactados de forma positiva pela adoção de estratégias para a saúde.

Essa é a aposta do laboratório e centro de diagnósticos Tecnolab – líder no ABCDMR –  que acredita na aplicação de inteligência artificial para validar diagnósticos de mamografia.

“A inteligência artificial é uma arma poderosa que vem revolucionando os sistemas existentes para realizar diagnósticos mais precisos e até ajudar a identificar problemas maiores”, ressalta o engenheiro e head administrativo do Tecnolab, Luiz Carlos de Angelis JR.

A técnica – recentemente apresentada no Congresso Europeu de Radiologia, em Viena, capital da Áustria, promovido pela Sociedade Europeia de Radiologia (SER) – contou com a apresentação do seu idealizador Dr. Eduardo Fleury, MD e Phd em Radiologia, sócio fundador da empresa DL4MED. Apelidado de iDetec, o sistema de inteligência artificial já em utilização no Tecnolab e é reconhecido como um validador de diagnósticos de mamografia, que controla e audita a qualidade dos diagnósticos, proporcionando redundância, confiabilidade e segurança aos médicos radiologistas.

O resultado?

• Auditoria do diagnóstico;
• Redução do número de reconvocação de exames;
• Menos estresse e exposição à radiação aos pacientes;
• Controle da sinistralidade aos planos de saúde;
• Refinamento do diagnóstico e treinamento dos médicos;
• Assertividade do diagnóstico e do tratamento;
• Redução de custos;

“A transformação digital na saúde já está acontecendo e o Brasil está na vanguarda mundial no uso de soluções digitais para diagnóstico e tratamento de pacientes com câncer de mama – isso reflete diretamente no controle de custos e cuidado com as famílias”, finaliza Dr. Fleury, idealizador do iDetec.